sábado, 25 de junho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Bate-papo: Cenas Curtas
Participe do bate-papo gratuito com os artistas e convidados sobre as cenas apresentadas na noite anterior, com mediação de Valmir Santos – jornalista e pesquisador de teatro. Colaborador da Revista Bravo!, do Jornal Valor Econômico e editor do site independente Teatrojornal (www.teatrojornal.com.br).
23 JUN | Quinta-feira | 15h às 17h
Bate-papo sobre as cenas:
Nem o pipoqueiro
...e peça que nos perdoe.
Quintal
Estudos para um melodrama
23 JUN | Quinta-feira | 15h às 17h
Bate-papo sobre as cenas:
Nem o pipoqueiro
...e peça que nos perdoe.
Quintal
Estudos para um melodrama
domingo, 19 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Programação 12º Festival de Cenas Curtas
Quarta a sábado, 21h | Domingo, 20h
Ingressos: R$20 (inteira) | R$10 (meia e Passaporte Cultural)
No Galpão Cine Horto
MOSTRA DO CENA-ESPETÁCULO
22 JUN | Quarta-feira
NEM O PIPOQUEIRO | BELO HORIZONTE/MG
Três atrizes cantam, conversam, bebem cerveja, procuram, vão ao banheiro, riem, representam, tiram os sapatos, repetem, fumam, esperneiam e gritam à espera de um sinal, o terceiro.Direção: Patrícia Teles
Co-direção: Dayane Lacerda
Elenco: Cristina Madeira, Fabiana Brasil e Mariana Teixeira
...E PEÇA QUE NOS PERDOE. | BELO HORIZONTE/MG
A madrugada cria um universo de pesadelos, trazendo trauma, conflito e solidão. Pessoas em uma casa oscilam entre a lucidez e a loucura, convivendo com o medo do estar vivo, onde não se pode definir o que é realidade, morte, festa ou enterro.Direção: Lira Ribas
Criadores: Bruno Cerezolli, Dulce Beltrão, Eder Rodrigues, Gustavo Freitas, Mauro Gelmini, Débora Borges, Fabiano Rabelo, Fernando Barcellos, Henrique Cordoval, Izabella Sathler e Lira Ribas
QUINTAL | BELO HORIZONTE/MG
Das bordas de um quintal, donde passa um rio um mar e outras coisinhas.
Direção: Joaquim Elias
Dramaturgia: João Filho
Atuação: Francis Severino e João Filho
Trilha Sonora: Francis Severino
Criação de Luz: Bruno Santana e Jésus Lataliza
Produção: Casca de Nós Cia. de Teatro
ESTUDOS PARA UM MELODRAMA | BELO HORIZONTE/MG
Borrados pelos filmes em preto e branco, as canções dramáticas, as paixões decadentes, as rubricas escandalosas de uma época fervorosa, os atores dialogam em confusas e furtivas comemorações absurdas que revelam estudos melodramáticos.Direção: Marcelo Veronez
Dramaturgia e concepção geral: Todos Comemoram
Elenco: Cíntia Badaró, Felipe Marcondes, Janaína Tábula, Natália Moreira e Rafael Lucas
Iluminação: Bruno Cerezoli
Ingressos: R$20 (inteira) | R$10 (meia e Passaporte Cultural)
No Galpão Cine Horto
MOSTRA DO CENA-ESPETÁCULO
22 JUN | Quarta-feira
NEM O PIPOQUEIRO | BELO HORIZONTE/MG
Três atrizes cantam, conversam, bebem cerveja, procuram, vão ao banheiro, riem, representam, tiram os sapatos, repetem, fumam, esperneiam e gritam à espera de um sinal, o terceiro.
Co-direção: Dayane Lacerda
Elenco: Cristina Madeira, Fabiana Brasil e Mariana Teixeira
...E PEÇA QUE NOS PERDOE. | BELO HORIZONTE/MG
A madrugada cria um universo de pesadelos, trazendo trauma, conflito e solidão. Pessoas em uma casa oscilam entre a lucidez e a loucura, convivendo com o medo do estar vivo, onde não se pode definir o que é realidade, morte, festa ou enterro.
Criadores: Bruno Cerezolli, Dulce Beltrão, Eder Rodrigues, Gustavo Freitas, Mauro Gelmini, Débora Borges, Fabiano Rabelo, Fernando Barcellos, Henrique Cordoval, Izabella Sathler e Lira Ribas
QUINTAL | BELO HORIZONTE/MG
Das bordas de um quintal, donde passa um rio um mar e outras coisinhas.
Direção: Joaquim Elias
Dramaturgia: João Filho
Atuação: Francis Severino e João Filho
Trilha Sonora: Francis Severino
Criação de Luz: Bruno Santana e Jésus Lataliza
Produção: Casca de Nós Cia. de Teatro
ESTUDOS PARA UM MELODRAMA | BELO HORIZONTE/MG
Borrados pelos filmes em preto e branco, as canções dramáticas, as paixões decadentes, as rubricas escandalosas de uma época fervorosa, os atores dialogam em confusas e furtivas comemorações absurdas que revelam estudos melodramáticos.
Dramaturgia e concepção geral: Todos Comemoram
Elenco: Cíntia Badaró, Felipe Marcondes, Janaína Tábula, Natália Moreira e Rafael Lucas
Iluminação: Bruno Cerezoli
quarta-feira, 15 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Se eu não fizesse teatro...
eu faria GEOGRAFIA.
eu seria comissária de bordo, astronauta, militar, dentista, professora de inglês, chefe de cozinha, gari, pedagoga, gerente de marketing, veterinária, manicure, enfermeira, bióloga, engenheira, vendedora, atendente de telemarketing, massagista, guia turística, secretária... e eu não acredito em quem diz que não sabe fazer outra coisa.
eu seria comissária de bordo, astronauta, militar, dentista, professora de inglês, chefe de cozinha, gari, pedagoga, gerente de marketing, veterinária, manicure, enfermeira, bióloga, engenheira, vendedora, atendente de telemarketing, massagista, guia turística, secretária... e eu não acredito em quem diz que não sabe fazer outra coisa.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Galpão Cine Horto seleciona 4 cenas para segunda etapa do Cena-Espetáculo
GALPÃO CINE HORTO SELECIONA QUATRO CENAS PARA A SEGUNDA ETAPA DO CENA-ESPETÁCULO 2011!
O Galpão Cine Horto realizou, nos dias 26 e 27 de março, a segunda edição do projeto "Dia do Teatro: do raiar ao pôr do Sol", em comemoração ao Dia Mundial do Teatro. O evento reuniu dois espetáculos de rua, lançamentos literários e a Mostra dos rascunhos de cena dos concorrentes ao Cena-Espetáculo 2011. A comissão de seleção do projeto, formada por Simone Ordones, Jefferson da Fonseca Coutinho, Kenia Dias, Leonardo Lessa e Marcelo Bones, escolheu quatro trabalhos para seguirem à segunda etapa do projeto.
A partir de agora, os artistas selecionados deverão transformar seus rascunhos em cenas de, no máximo, 15 minutos, para participarem de uma mostra que será realizada na noite de abertura do 12º Festival de Cenas Curtas, em junho. Apenas uma cena será a escolhida pela mesma comissão para se transformar em um novo espetáculo com o apoio do Galpão Cine Horto.
A partir de agora, os artistas selecionados deverão transformar seus rascunhos em cenas de, no máximo, 15 minutos, para participarem de uma mostra que será realizada na noite de abertura do 12º Festival de Cenas Curtas, em junho. Apenas uma cena será a escolhida pela mesma comissão para se transformar em um novo espetáculo com o apoio do Galpão Cine Horto.
CONFIRA OS RASCUNHOS DE CENA SELECIONADOS:
1. ...e peça que nos perdoe (Criadores: Lira Ribas, Gustavo Freitas, Eder Rodrigues, Carol Oliveira, Fernando Barcelos, Henrique Cordoval, Izabela Sathler e Guilherme Carvalho)
2. Nem o pipoqueiro (Criadores: Patrícia Teles, Cristina Madeira, Fabiana Brasil e Mariana Teixeira)
3. Quintal (Criadores: Joaquim Elias, Francis Severino e João Filho)
4. Todos comemoram (Criadores: Cíntia Badaró, Felipe Marcondes, Janaína Tábula, Natália Moreira e Rafael Lucas)
quinta-feira, 31 de março de 2011
O Espaço Vazio - Peter Brook
O papel do encenador é estranho: ele não pede para ser Deus, mais isso está implícito na sua função. Quer ser falível, mas os atores conspiram instintivamente para que ele seja um árbitro, pois há uma necessidade desesperada de que exista constantemente um árbitro. Num certo sentido, o encenador é sempre um impostor, alguém que nos guia à noite por um território que desconhece - mas que também não tem outra hipótese, pois é obrigado a guiar, aprendendo o caminho à medida que vai avançando. O aborrecimento mortal começa a rondar quando o encenador não reconhece esta situação e fica à espera que tudo corra pelo melhor - quando devia era encarar o pior. (pg. 53)
Carta aos Atores - Valère Novarina
O quê, o quê, o quê? Por que se é ator, hein? Só é ator quem não consegue se habituar a viver no corpo imposto, no sexo imposto. Cada corpo de ator é uma ameaça, a ser levada a sério, para a ordem ditada ao corpo, para o estado sexuado; e se um dia a gente está no teatro, é porque tem algo que a gente não suporta. Existe em cada ator algo como um corpo novo que quer falar. Um outra economia do corpo que avança, que empurra a antiga, imposta. (pg. 23)
Teatro pós-dramático
O "estar exposto" do ator não é filtrado pelo papel e pelo drama. O corpo se aproxima do espectador de modo ambivalente e ameaçador - porque se recusa a se tornar substância significativa ou ideal e passar para a eternidade como escravo do sentido/ideal.
(...)
o performer (...) de certo modo se apresenta como um vítima sacrificial: sem a proteção do papel, sem o fortalecimento por meio da serenidade idealizante do ideal, o corpo está também entregue, em sua fragilidade e aflição, como estímulo erótico e provocação ao julgamento dos olhares que avaliam.
(...)
o performer (...) de certo modo se apresenta como um vítima sacrificial: sem a proteção do papel, sem o fortalecimento por meio da serenidade idealizante do ideal, o corpo está também entregue, em sua fragilidade e aflição, como estímulo erótico e provocação ao julgamento dos olhares que avaliam.
A partir dessa posição de vítima, porém, a imagem corporal escultória pós-dramática se converte em um ato de agressão e questionamento do público. Na medida em que o ator o encara como pessoa vulnerável, individual, o espectador se torna consciente de uma realidade que é oculta no teatro tradicional, ainda que ela inevitavelmente faça parte da relação do olhar com o "espetáculo": o ato de ver que se aplica de modo voyeurístico ao ator exposto, como se ele fosse um objeto escultural. Nenhum ordenamento narrativo ou dramatúrgico serve aos observadores como "desculpa" para encarar as pessoas no palco. O espectador se encontra sobretudo na situação de um voyeur que se torna consciente da realidade - mesmo de sua ambiguidade -, na qual, ademais, é flagrado, por assim dizer, pela técnica da confrontação acentuada, pelos olhares dirigidos diretamente ao público, pela frontalidade do ordenamento arrancada a segurança imaginária do voyeur. (pg. 345 e 346)
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